(6B) MANIFESTAÇÃO DO MUNDO ESPIRITUAL Para podermos analisar ainda o fato de não termos encontrado outro planeta habitável, temos de considerar que a busca se direciona no sentido de que todos deverão ter água e ar porque aqui temos ar e água indispensáveis para nossa vida. Mas, aqui mesmo, temos vidas anaeróbicas que não precisam de ar para viver, como também temos as que morrem com a presença de oxigênio; também temos vidas que não necessitam de água. Codificando a doutrina, Kardec manteve o seguinte diálogo com o Espírito da Verdade, que encontramos no Livro dos Espíritos: “55. São habitados todos os globos que se movem no espaço? “Sim e o homem terreno está longe de ser, como supõe, o primeiro em inteligência, em bondade e em perfeição. Entretanto, há homens que se têm por espíritos muito fortes e que imaginam pertencer a este pequenino globo o privilégio de conter seres racionais. Orgulho e vaidade! Julgam que só para eles criou Deus o Universo.” Deus povoou de seres vivos os mundos, concorrendo todos esses seres para o objetivo final da Providência. Acreditar que só os haja no planeta que habitamos fora duvidar da sabedoria de Deus, que não fez
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(6A) MANIFESTAÇÕES DO MUNDO ESPIRITUAL No título (6) manifestações do mundo espiritual transcrevemos umas descrições de EMMANUEL SWEDENBORG (1744), um século antes da codificação da doutrina espírita (1850) sob o mesmo tema. Nessa transcrição anotamos: “Verificou que o outro mundo, para onde vamos após a morte, consiste de várias esferas, (1) representando outros tantos graus de luminosidade e de felicidade; cada um de nós irá para aquela a que se adapta a nossa condição espiritual (2). Somos julgados automaticamente, por uma lei espiritual das similitudes (3).; o resultado é determinado pelo resultado global de nossa vida, de modo que a absolvição ou o arrependimento no leito da morte têm pouco proveito. Nessas esferas, verificou que o cenário e as condições deste mundo eram reproduzidas (4) fielmente, do mesmo modo que a estrutura da sociedade. Viu casas onde viviam famílias, templos onde praticavam o culto, auditórios onde se reuniam para fins sociais, palácios onde deviam morar os chefes. “A morte era suave, (5) dada a presença de seres celestiais que ajudavam os recém-chegados na sua nova existência. Esses recém-vindos passavam imediatamente por um período de absoluto repouso. Reconquistavam a consciência em
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(6) MANIFESTAÇÕES DO MUNDO ESPIRITUAL Todo o velho testamento versa sobre as comunicações dos deuses, deus, anjos – comunicantes, do mundo espiritual com os encarnados, estes, profetas (médiuns) e as pitonisas (sacerdotisas de Apolo – as médiuns), que recebiam as mensagens nos templos romanos – captavam as mensagens do plano espiritual transmitindo aos consulentes (psicofonia). O que caracteriza uma mensagem é que o autor das mensagens não é quem as escreve (psicografia) ou fala (psicofonia), este é o intermediário, como se fosse um telefone, simples meio de comunicação entre o que transmite (deuses, deus anjos – espíritos) e para quem é dirigida a mensagem, podendo guardar para si mesmo ou retransmitir. No Velho Testamento, em Êxodo 4,10 “Aarão intérprete de Moisés. …e eu estarei em tua boca, e te indicarei o que hás de falar.” (psicofonia) No Novo Testamento, em Mateus, 10,19-20, Jesus foi claro quando afirmou sua ocorrência a todos os seus seguidores: “Quando vos entregarem, não fiqueis preocupados em saber como ou o que haveis de falar. Naquele momento vos será indicado o que deveis falar, porque não sereis vós que falareis, mas o espírito
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(5) UMA SÓ RELIGIÃO Não nos esqueçamos que vivemos permanentemente num oceano de ondas (sonoras, luminosas, eletromagnéticas, …), tal como os anfíbios no mar, cercados de água por todos os lados. Para teres uma ideia melhor, olhe para um aquário e veja os peixes convivendo uns com os outros e se movimentando na água. Depois, mentalmente, substitua a água por ondas que não vemos: micro-ondas, ondas de rádio, infravermelho, visível, ultravioleta, raio x, y, gama etc…. E vamos acrescer as energias geradas pelos nossos pensamentos e dos espíritos, que também não se misturam. É como nós vivemos. Se pegarmos um telefone, conversamos com quem se encontra a quilômetros de distância e até poderemos ver essa pessoa e sermos vistos por ela; se ligarmos um rádio, encontraremos tantas estações quantas captar seu equipamento, podendo ser até estações internacionais, do outro lado do mundo; e se ligarmos uma TV portátil poderemos ver programas do mundo inteiro. É neste ambiente que vivemos, sem vermos ou sentirmos fisicamente sua presença, mas sabemos que essa energia variada está nos envolvendo, tal como o ar que aspiramos e também não vemos. Dizer que não acredita em alguma coisa ou algo porque não vemos,
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(4) CAMINHOS A SEGUIR É lógico que vivendo aqui na Terra não podemos olvidar que precisamos estar em coexistência com o mundo. Temos nossos afazeres diários que nos permitem buscar recompensas, como participar de todas as atividades possíveis (cinema, teatro, encontros sociais, trabalho, estudos, esportes etc) que são indispensáveis para nosso equilíbrio físico e mental. O que nos dá prazer devemos buscar principalmente com relação a todos que conosco convivem. Sem esquecer que nosso equilíbrio depende dessas práticas, isso significando que não estamos prejudicando ninguém. E também que não podemos nos alhear do que ocorre no mundo principalmente o que pode influir em nossas vidas. Terremotos, tsunamis, desastres climáticos, obras da natureza cumprindo seu papel no equilíbrio no Universo; guerras e mais guerras, misérias e mortes, atitudes mesquinhas em benefício próprio e contra o interesse de todos, obras dos homens; tudo faz parte de nossas vidas e nos ajudarão por certo em desenvolvimento, sendo necessário que não nos envolvamos nos erros e contribuamos para o acerto e reparação dos efeitos danosos. Mas temos uma parte que precisamos saber, o que viemos fazer aqui na face da Terra. Não somos só matéria, somos almas também. E começamos com
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