15 – DIGRESSÃO NECESSÁRIA

Uma ocorrência que aprendemos inicialmente é de que devemos nos acautelar no recebimento de mensagens do além por não termos como conferir a legitimidade do comunicador. A coisa é tão séria que os que desejam nos enganar usam de todos os artifícios capazes de nos ludibriar.           Dirigindo uma sessão de desobsessão, certa feita, um espirito comunicante conversava comigo, “me orientando” quando um vidente alertou-me: “ele ligou a tomada num aparelho dele para iluminar o seu próprio corpo e enganar-te”; de outra feita “citou palavras de Kardec como se fosse seu seguidor”; “deu instruções cabíveis mas que analisadas no contexto não faziam sentido algum”, etc, etc.           Os “cabras da peste” são bons no que fazem. O Livro dos Espíritos teve sua 1ª edição em 1857, com 518 perguntas e foi colocado em dúvida porque houve uma série de respostas sob correção por ensejar dúvidas e incertezas e cuidados para inadmitir respostas que admitem duplo sentido.  Respostas consideradas inapropriadas.  Até que três anos após, em 1860, foi novamente editado, não como 2ª edição, mas como 1ª edição. Lógico que dúvidas existiam sobre os espíritos que esclareceram perguntas sem a devida e necessária confiança e segurança. Influências negativas, por certo, desejosas
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