No Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XXVI, sob esse título, a doutrina trazida por Allan Kardec para nosso estudo e prática não recomenda prece mediante pagamento, nem que seja cobrada taxa sob qualquer pretexto para abrir as portas do céu. Nos diz que a prece é um ato de caridade. Não aprovou qualquer uma, seja pessoa física ou jurídica, que tenha contrato com o Alto para vender o que quer que seja. Não encontramos nos ensinamentos de Jesus nenhuma palavra em favor da compra de prece. Fala até mesmo em prevaricação [Lucas 20:45 a 47, Marcos, 12:38 a 40 e Mateus, 23:14).
Aliás, não proferiu qualquer ensinamento direcionado à religião. Foi, até mesmo, na doutrina, discutido se o Espiritismo era religião, ou se se a considerava ciência e filosofia. Prefiro entender que a doutrina espírita estuda, em particular, o ensino moral de Jesus. E estudar o ensino moral de Jesus não significa torná-lo uma entidade religiosa. Lógico que teria de se constituir num organismo físico para arregimentar prosélitos. A fé é raciocinada, não tem rituais e não obriga ninguém a obedecer dogmas de qualquer espécie. Uma entidade religiosa, como se entende, tem cadeia de relacionamento, um ser que é obediente e dependente de outros numa cadeia sucessiva de exigências de comportamentos e obediência, cabendo paga de serviços religiosos, até mesmo os próprios batismos, casamentos e funerais.
Mas, não devemos nos preocupar com tal colocação. Cada um de nós temos o nosso conceito próprio cristalizado em nosso espírito, seja pelo hábito da criação pela família, ou da não criação, seja pelas encarnações que nos ‘viciaram’ em depender dos outros ou a não depender. O que importa é satisfazer qualquer um de nós.
Qual a importância de ser religião ou não? Cada um de nós tem de assumir nossa posição, sendo certo de que precisamos primeiro nos encontrar e principalmente conscientizar que cada uma de nós tem um estado evolutivo próprio e temos de fazer nosso próprio caminho.
Entendo que cada um de nós é que deve se posicionar onde lhe parece mais correto. Simples assim.
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No Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XXVI, sob esse título, a doutrina trazida por Allan Kardec para nosso estudo e prática não recomenda prece mediante pagamento, nem que seja cobrada taxa sob qualquer pretexto para abrir as portas do céu. Nos diz que a prece é um ato de caridade. Não aprovou qualquer uma, seja pessoa física ou jurídica, que tenha contrato com o Alto para vender o que quer que seja. Não encontramos nos ensinamentos de Jesus nenhuma palavra em favor da compra de prece. Fala até mesmo em prevaricação [Lucas 20:45 a 47, Marcos, 12:38 a 40 e Mateus, 23:14).
Aliás, não proferiu qualquer ensinamento direcionado à religião. Foi, até mesmo, na doutrina, discutido se o Espiritismo era religião, ou se se a considerava ciência e filosofia. Prefiro entender que a doutrina espírita estuda, em particular, o ensino moral de Jesus. E estudar o ensino moral de Jesus não significa torná-lo uma entidade religiosa. Lógico que teria de se constituir num organismo físico para arregimentar prosélitos. A fé é raciocinada, não tem rituais e não obriga ninguém a obedecer dogmas de qualquer espécie. Uma entidade religiosa, como se entende, tem cadeia de relacionamento, um ser que é obediente e dependente de outros numa cadeia sucessiva de exigências de comportamentos e obediência, cabendo paga de serviços religiosos, até mesmo os próprios batismos, casamentos e funerais.
Mas, não devemos nos preocupar com tal colocação. Cada um de nós temos o nosso conceito próprio cristalizado em nosso espírito, seja pelo hábito da criação pela família, ou da não criação, seja pelas encarnações que nos ‘viciaram’ em depender dos outros ou a não depender. O que importa é satisfazer qualquer um de nós.
Qual a importância de ser religião ou não? Cada um de nós tem de assumir nossa posição, sendo certo de que precisamos primeiro nos encontrar e principalmente conscientizar que cada uma de nós tem um estado evolutivo próprio e temos de fazer nosso próprio caminho.
Entendo que cada um de nós é que deve se posicionar onde lhe parece mais correto. Simples assim.
Carlos Gomes Sanroma
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